PÓ DE ROCHA "Remineralizador" ATIVADO TECLIFE

Tecnologia Exclusiva Ecoturb®

Patente Mundial Magnetohidroressonante

 

A tecnologia Ecoturb® é aplicada na obtenção do filer, seja na moagem bem fina do basalto ou por um processo de flabagem onde o  pó de rocha recebe alta temperatura ou chama, abrindo os poros, entrando consequentemente em alta ressonância vibratória, ativado pela penetração de elevada concentração de Raios de Infravermelho Longo, Íons Negativos e Energia Vital.

O produto final, Pó de Rocha ativado/ionizado TecLife® aplicado, transfere ao solo os micro e macro elementos, resultando excepcional fertilidade e resistência nas plantas cultivada.

O grande diferencial no processo de ativação é a introdução no pó de rocha ativado o bloqueio total das RADIAÇÕES LETROMAGNÉTICAS NÃO IONIZANTES presentes a cada cm² do planeta, subindo consideravelmente o potencial elétrico do solo.

Em1980 era de 4mw/m², atualmente próximo dos12mw/m², aumentando a lixiviação do solo e a acidificação do mesmo.
 
O resultado imediato da aplicação é o desenvolvimento abundante de raízes nas plantas, capazes de aumentar a absorção de nutrientes e  sua capacidade produtiva.

Estudos recentes no Brasil indicam potencial recuperador de pastagens e de canaviais. A liberação dos nutrientes do pó de basalto é gradual e contínua.

As pesquisas apontam que os melhores efeitos são obtidos com o pó de basalto de granulometrias variáveis, isto é, uma mistura de grãos finos e grãos mais grossos.

Teoria superada com a ativação e o aproveitamento de imediato na safra de emprego, redução ou extinção do uso de calcário para correção do pH do solo.

A grande carga concentrada de íons negativos pela ativação neutraliza imediatamente os efeitos do Al, alcalinizando o solo.
 

As partículas mais finas liberam rapidamente nutrientes, enquanto os grãos maiores vão liberando seus nutrientes lentamente, de forma homeopática.

Plantas mais sadias, resistentes ao ataque de doenças e pragas.
 
O maior benefício do basalto é a produção de alimentos absolutamente sadios e riquíssimos em nutrientes.

 
O pó de pedra ou de rocha, não deve e não é colocado como uma receita pronta e completa para o desenvolvimento da agricultura como foi

apresetado pelas grandes empresas - a revolução verde -, com o uso de adubos químicos e venenos, extremamente nocivos.

 

Os resultados da aplicação do pó de rocha nas culturas, não depende exclusivamente de sua aplicação, mas principalmente da vida biológica do solo.

Solo muito pobre e desgastado, a reação será menor, ao contrário que em solo vivo, que contenha matéria orgânica, sem uso de químicos é  adubação verde.
 
Existe uma receita pronta, deve ser desmistificada, as dosagens de pó de rocha devem ser testadas em cada propriedade, começando com pequenas quantidades e ir aumentando até obter o resultado esperado.
 
Fonte: http://www.radiocoracao.org/noticias/po-de-rocha-tecnologia-de-ponta-saiba-mais

Fonte: Diretório Acadêmico de Nutrição - Faculdade Pitágoras de Belo Horizonte 

A nanotecnologia, denominada Ecoturb Bee@, instalada em filtros ou Hidrômetro de entrada de água, possibilita tomar água estruturada, revitalizada, sem qualquer vestígio dos cloros e com energia de fonte natural.

A água ionizada com Ecoturb@ revitaliza e estrutura este elemento novamente devolvendo sua energia vital.

Pães de Pedra

(Brot aus Steinen, durch mineralische Dungung der Felder)

Julius Hensel

Leipzig, 1898

Remineralização, Solução imperativa para solos sádio de todas as culturas

Pó de rocha como fertilizante é saída para agricultura, dizem especialistas

A utilização de pó de rocha como fertilizante e corretivo do solo é uma alternativa para o país reduzir custos de produção da agricultura e romper com a atual dependência de insumos importados, sem comprometer a produtividade das lavouras. A adoção da prática, conhecida como rochagem, foi defendida por todos os especialistas reunidos nesta terça-feira (7) em debate na Comissão de Meio Ambiente (CMA).

Conforme explicaram os pesquisadores, rochagem é a incorporação de rochas moídas ao solo, como forma de tornar a terra menos ácida e mais fértil. Quando aplicados no solo, os diferentes minerais existentes nas rochas também ajudam a recuperar solos pobres e a renovar a fertilização das áreas de exploração agrícola.

Antes do plantio das lavouras em 2011, os agricultores brasileiros jogaram na terra cerca de 28,3 milhões de toneladas de fertilizantes químicos, sendo que mais de 70% foram importados. Essa dependência - em especial de nitrogênio, fósforo e potássio (NPK), base da adubação no modelo agrícola predominante no país - está no centro das preocupações dos especialistas e senadores que participaram do debate.

Conforme alerta da pesquisadora Suzi Theodoro, do Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília (CDS/UNB), qualquer interrupção nesse mercado de fertilizantes convencionais, seja por disputas comerciais ou por eventual envolvimento do Brasil em conflito geopolítico com países fornecedores, a produção agrícola brasileira estará comprometida.

A preocupação foi compartilhada pelos senadores Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), Jorge Viana (PT-AC), Sérgio Souza (PMDB-PR) e Ana Rita (PT-ES). Para Rollemberg, que preside a CMA, desenvolver a produção nacional de fertilizantes é uma estratégia de proteção da economia brasileira.

- Para um país que tem grande parte da sua balança comercial sustentada na agricultura, essa dependência afeta a soberania nacional. Investir em alternativa como a rochagem, para substituir parte da fórmula de nitrogênio, fósforo e potássio, é condição para a segurança alimentar - disse Rollemberg.

Sustentabilidade

A favor da rochagem, Cláudio Scliar, Secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia (MME), destacou a grande diversidade geológica do país, com a presença em todas as regiões de rochas que se prestam à utilização como fonte de nutrientes para a produção agrícola.

No mesmo sentido, Carlos Silveira e Éder Martins, ambos pesquisadores da Embrapa, apontaram vantagens da utilização regional das reservas minerais para reduzir custos de transporte e dinamizar a agricultura local.

Martins disse considerar a rochagem uma alternativa não apenas frente à elevação do preço dos fertilizantes químicos, mas também por ser uma prática que aumenta a disponibilidade de um conjunto de nutrientes, e não apenas de NPK.

- A proposta da rochagem é repor minerais a partir das rochas que deram origem a esses solos, é recompor com minerais primários - disse.

Para os pesquisadores, o tempo maior de liberação de nutrientes a partir do pó de rocha, em comparação com adubos químicos, é uma vantagem da rochagem, e não um problema, como dizem os críticos.

Suzi Teodoro comparou as fórmulas de NPK com anabolizantes: geram o resultado imediato de tornar a terra produtiva para a safra, mas não sustentam a fertilidade nos anos seguintes. Já na rochagem, os nutrientes são retidos por mais tempo, sendo mais bem aproveitados pelas plantas e mantendo bons níveis de fertilidade.

Em resposta a questionamento de Rollemberg sobre impactos ambientais da rochagem, Suzi Teodoro ponderou que a prática pode ser um destino para rejeitos hoje produzidos pela exploração mineral realizada no país.

- Enquanto o problema da mineração é armazenar esses subprodutos, a agricultura tem carência de fertilizantes. Com a rochagem, o problema da mineração se torna a solução da agricultura - observou a pesquisadora.

Legislação

A expansão do uso do pó de rocha no Brasil esbarra na falta de normas para registro dos produtos. Rubim Gonczarovska e Mariana Coelho de Sena, fiscais agropecuários do Ministério da Agricultura, explicaram que o produto não se encaixa nos parâmetros existentes, sendo enquadrado com produto novo, que precisa passar pelos trâmites legais para ser passível de registro.

Para simplificar as normas de comercialização do pó de rocha, o governo estuda flexibilizar o Decreto 4.954/2004, que trata da fiscalização e do comércio de fertilizantes e corretivos de solo. Ao final do debate, Rollemberg informou que a comissão buscará contribuir no processo de atualização da norma.

Fonte. Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

por Antonio Weber – Agroecologista com certificação orgânica
 
Os solos mais ricos e férteis do mundo tiveram sua origem numa rocha vulcânica e extremamente dura: o basalto!
 
Na natureza, para se formar um centímetro de solo a partir da decomposição da rocha, os geólogos e pedólogos afirmam serem necessários cerca de 500 a 1.200 anos, dependendo da intensidade das reações químicas e biológicas de decomposição.
 
É fantástica a quantidade de elementos minerais nutritivos encontrados no basalto. Aqui no Brasil são poucas ainda as referências de sua utilização em escala comercial na agricultura. Na Europa, sua utilização pode ser considerada uma prática convencional de muitos agricultores.
 
Mais impressionante ainda é a capacidade que o pó de basalto possui em recuperar solos que foram empobrecidos pelos processos de erosão, lixiviação, acidificação natural ou pela aplicação de fertilizantes químicos, e principalmente pela exportação contínua de nutrientes pelas colheitas.
 
Num processo convencional de produção de alimentos, são fornecidos às plantas apenas nitrogênio, fósforo e potássio, chamados de NPK, tornando o solo e sua produção desequilibrados e enfermos. Sabemos que, para uma planta desenvolver-se sadia e equilibrada necessita de 45 micro e macronutrientes, dos quais podemos encontrar no pó de basalto.
 
A importância do solo é muito grande, para toda cadeia alimentar, dentro desta cadeia está o homem, que depende totalmente dele para se alimentar. Do equilíbrio do solo depende toda a vida na Terra. Assim, as plantas crescerão sadias e sem doenças, biologicamente completas. Terão quantidades e proporções ideais de minerais para alimentar qualquer animal e mantê-lo sadio, sem doenças e com vitalidade.
 
Só para dar um exemplo da importância do solo na cadeia alimentar do homem, os solos carentes de magnésio vão produzir culturas deficientes deste mineral, e os animais que delas se alimentarem tornar-se-ão carentes. No homem, as carências de magnésio provocam doenças como: hipertensão, artrose, artrite e muitas outras, uma vez que efetua mais de 300 funções no organismo humano.
 
A presença de uma ampla diversidade de elementos químicos no pó de rocha, com destaques para os elevados teores de fósforo (cerca de 60 vezes mais que um solo de ótima fertilidade), cálcio (10 vezes mais), magnésio (20 a 40 vezes mais), enxofre, potássio, boro, ferro e principalmente o silício, numa proporção elevada de óxidos de silício (7,8%), além de titânio, lítio, cobalto, iodo e tantos outros elementos que a ciência agronômica ainda não estudou os efeitos sobre as plantas.

BIOREMINERALIZAÇÃO

                      

 A nova denominação da Matriz da Biotecnologia

 

Fundação Juquira Condiru,

Na leitura do “Microcosmos”, veremos que bactérias tem capacidade de ler a memória das pedras e transferi-la para todos os organismos vivos que compõem o - microcosmos - de forma horizontal e vertical, sem qualquer problema, da forma contrária que a introdução de genes por engenharia genética.

Longa é a visão de Julius Henzel (1898 – Leipzig) em seu trabalho, quando ainda nem existiam o automóvel, avião ou plásticos, e tínhamos conhecimentos de transplantes na medicina, apenas através do monstro Frankenstein, da literatura.

        

Não perdemos o medo, mas passamos a respeitar o “sucesso” dos mesmos, sem perceber o macabro que representam.

 

Contudo, coube a Henzel (*) e outros equilibrar com a introdução das farinhas de rochas, ativando e fortalecendo o microcosmos, valorizando os ciclos e atmosferas.”

(*) Leia Pães de Pedra